O INSTITUTO PIETISTA DE CULTURA (IPC) é um Instituto Teológico mantido pela IBRM (Igreja Batista Renovada Moriá). A sua missão é promover o ensino do pensamento cristão dentro de uma perspectiva interdisciplinar, combinando o aspecto acadêmico da teologia com o aspecto devocional da fé.

O IPC se propõe a oferecer cursos livres de teologia em nível médio e superior. Além disso, pretende oferecer cursos de extensão em temas teológicos específicos de caráter apologético e transdisciplinar. Os referidos cursos de extensão proporcionarão suporte aos Seminários e Faculdades Teológicas existentes, oferecendo a oportunidade de complementação e especialização dos estudos.

O IPC também oferecerá Cursos de Pós-Graduação em convênio com Instituições de Ensino Superior já credenciadas pelo MEC.

O corpo docente do IPC é formado por professores graduados e pós-graduados (especialização, mestrado, doutorado) em Universidades credenciadas pelo MEC e pela CAPES. Alguns de nossos professores também são professores de Universidades Federais e Estaduais, tendo ampla experiência em cargos de coordenação, em composição de currículos universitários e em assessoria de autorização e reconhecimento de cursos de graduação junto ao MEC.

Os professores do IPC têm também ampla produção cultural através da publicação de livros e de artigos em revistas e jornais especializados. O Jornal TOCHA DA VERDADE é um periódico teológico vinculado ao IPC. As obras da Editora Moriá também dão especial atenção aos temas de aprofundamento do IPC.

POR QUE É PIETISTA?

No século XVII, após a morte de Martinho Lutero, as igrejas protestantes na Alemanha se entregaram a disputas teológicas, negligenciando o aspecto experimental e prático da fé. Nesse instante, Filipe Jacob Spener apareceu em cena através de seu livro “Desejos de Piedade” (1675). Ele protestava contra a crença popular de que a pessoa podia se considerar cristã pelo simples batismo infantil. Contra isso, ele interpunha a exigência do novo nascimento como uma experiência pessoal. Spener não se opôs a teologia, mas insistiu na importância dos estudos bíblicos acontecerem em um contexto de fervor espiritual. Ele enfatizou a fé viva contra a ortodoxia morta.

Spener introduziu um sistema de grupos de estudos bíblico nos lares e ressaltou o sacerdócio universal dos crentes. Os seus “colégios de piedade” inspiraram as “sociedades metodistas” na Inglaterra. O pietismo alemão correspondeu ao evangelicalismo anglo-saxão.

O convertido mais importante de Spener foi A. H. Francke (1663-1727), outro grande líder do movimento pietista antigo. Francke fundou uma nova universidade dentro da orientação pietista.

A influência do pietismo foi poderosa. O afilhado de Spener, Conde Zinzendorf, importante líder dos irmãos morávios, trouxe grande impulso ao movimento missionário evangélico. Através dos irmãos Morávios, John Wesley se converteu na Inglaterra, e, pelo seu ministério, a Inglaterra conheceu o maior avivamento espiritual de sua história.

O IPC é pietista porque ressalta uma fé viva, um cristianismo experimental, o fervor evangélico e missionário. Como M. Lloyd-Jones, compreendemos a pregação e o ensino como “razão eloqüente” e “lógica em chamas”!

POR QUE “DE CULTURA”?

Por que visa a uma formação interdisciplinar que capacite os alunos a argumentarem a favor da fé cristã em um ambiente acadêmico secular. A nossa preocupação é com o equilíbrio entre “identidade e relevância”. Pretendemos argumentar nos “jogos de linguagem” dos acadêmicos, mas sem fazer concessões no conteúdo bíblico de nossa fé.

Oferecemos formação teológica capaz de não ser abalada pelas modernas críticas do pensamento secularizado.

Uma Afirmação do Entendimento Batista do Sul Tradicional do Plano de Salvação de Deus

Eric Hankins

Preâmbulo

Toda geração de batistas do sul tem o dever de articular as verdades de sua fé com particular atenção às questões que estão impactando a missão e o ministério contemporâneos. A questão que motiva esta afirmação é o crescimento de um movimento chamado “Novo Calvinismo” entre os batistas do sul. Este movimento está empenhado em promover nas igrejas um entendimento da salvação exclusivamente calvinista, caracterizado por uma insistência agressiva nas “Doutrinas da Graça” (“TULIP”) e com o objetivo de tornar o Calvinismo a posição batista do sul central sobre o plano de salvação de Deus.

Enquanto os calvinistas têm estado presentes na vida batista do sul desde os seus primeiros dias e feito muitas contribuições importantes para a nossa história e teologia, a maioria dos batistas do sul não adota o Calvinismo. Mesmo a minoria dos batistas do sul que se identifica como calvinista geralmente modifica seus ensinos a fim de mitigar certas conclusões inaceitáveis (por exemplo, antimissões, hipercalvinismo, dupla predestinação, expiação limitada, etc.). O próprio fato que há uma pluralidade de visões sobre o Calvinismo destinado a lidar com estas fraquezas (variadamente descrito como “de 3 pontos,” “de 4 pontos,” “moderado,” etc.) parece exigir prudência e humildade com respeito ao sistema e àqueles que discordam dele. Na maioria dos casos, os batistas do sul têm estado felizes em relegar desacordos sobre o Calvinismo a um status secundário junto com outras importantes mas “não-essenciais” questões teológicas. A maioria batista do sul se associa alegremente com seus irmãos calvinistas enquanto cordialmente resiste ao Calvinismo. E, para seu crédito, muitos calvinistas batistas do sul não têm exigido a adoção de sua visão como padrão. Ficaríamos satisfeitos se este consenso continuasse, mas alguns novos calvinistas parecem estar reivindicando uma alteração radical deste antigo acordo.

Propomos que o que muitos batistas do sul creem sobre a salvação possa corretamente ser chamada de a soteriologia batista do sul “tradicional,” o que deve ser entendido em distinção à soteriologia “calvinista.” A soteriologia batista do sul tradicional é articulada de uma maneira geral no Baptist Faith and Message, “Artigo IV.” Enquanto algumas confissões batistas primitivas foram moldadas pelo Calvinismo, a clara trajetória da BF&M desde 1925 está distante do Calvinismo. Por quase um século, os batistas do sul descobriram que uma soteriologia sólida, bíblica pode ser ensinada, mantida e defendida sem comprometimento com o Calvinismo. A soteriologia batista do sul tradicional está fundamentada na convicção de que toda pessoa pode e deve ser salva por uma decisão pessoal e livre para responder ao Evangelho confiando em Cristo Jesus somente como Salvador e Senhor. Sem se referir ao Calvinismo, os batistas do sul têm alcançado o mundo com a mensagem de salvação do Evangelho pela graça através da fé em Cristo somente. Os batistas têm sido bem servidos por uma soteriologia direta enraizada no fato que Cristo deseja e é capaz de salvar todo e qualquer pecador.

O Novo Calvinismo nos oferece o dever e a responsabilidade de mais cuidadosamente expressar o que é geralmente crido pelos batistas do sul sobre a salvação. Não é mais útil nos identificarmos com quantos pontos de convergência temos com o Calvinismo. Enquanto não estamos insistindo que todo batista do sul deve declarar a afirmação soteriológica abaixo a fim de ter um lugar na família batista do sul, estamos afirmando que a vasta maioria dos batistas do sul não são calvinistas e que eles não querem que o Calvinismo tornem a visão padrão na vida batista do sul. Cremos que é tempo de mover para além do Calvinismo como ponto de referência para a soteriologia batista.

Abaixo está o que cremos ser a essência de um “Entendimento Batista do Sul Tradicional do Plano de Salvação de Deus.” Cremos que muitos batistas do sul, não obstante como eles têm descrito seu entendimento pessoal da doutrina da salvação, acharão a seguinte afirmação consistente com o que a Bíblia ensina e o que os batistas do sul geralmente têm crido sobre a natureza da salvação pela graça através da fé em Jesus Cristo.

Artigos de Afirmação e Negação

Artigo Um: O Evangelho

Afirmamos que o Evangelho é a boa nova que Deus preparou um meio de salvação através da vida, morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo para qualquer pessoa. Isto está de acordo com o desejo de Deus de que todas as pessoas sejam salvas.

Negamos que somente alguns selecionados sejam capazes de responder ao Evangelho enquanto o restante seja predestinado a uma eternidade no inferno.

Gn 3.15; Sl 2.1-12; Ez 18.23, 32; Lc 19.10; 24.45-49; Jo 1.1-18; 3.16; Rm 1.1-6; 5.8; 8.34; 2Co 5.17-21; Gl 4.4-7; Cl 1.21-23; 1Tm 2.3-4; Hb 1.1-3; 4.14-16; 2Pd 3.9

Artigo Dois: A Pecaminosidade do Homem

Afirmamos que, por causa da queda de Adão, todas as pessoas herdam uma natureza e um ambiente inclinados ao pecado e que qualquer um capaz de ação moral irá pecar. O pecado de uma pessoa somente traz a ira de um Deus santo, comunhão rompida com ele, egoísmo e destruição numa piora constante, morte e condenação a uma eternidade no inferno.

Negamos que o pecado de Adão resultou na incapacitação do livre-arbítrio de qualquer pessoa ou tornou qualquer pessoa culpada antes que ela pessoalmente tenha pecado. Enquanto nenhum pecador seja remotamente capaz de alcançar a salvação através de seu próprio esforço, negamos que qualquer pecador seja salvo à parte de uma livre resposta à atração do Espírito Santo através do Evangelho.

Gn 3.15-24; 6.5; Dt 1.39; Is 6.5; 7.15-16; 53.6; Jr 17.5, 9; 31.29-30; Ez 18.19-20; Rm 1.18-32; 3.9-18; 5.12; 6.23; 7.9; Mt 7.21-23; 1Co 1.18-25; 6.9-10; 15.22; 2Co 5.10; Hb 9.27-28; Ap 20.11-15

Artigo Três: A Expiação de Cristo

Afirmamos que a substituição penal de Cristo é o único sacrifício disponível e efetivo para os pecados de qualquer pessoa.

Negamos que esta expiação resulta na salvação sem uma livre resposta de arrependimento e fé da pessoa. Negamos que Deus impõe ou retém esta expiação sem consideração por um ato do livre-arbítrio da pessoa. Negamos que Cristo morreu somente pelos pecados daqueles que serão salvos.

Sl 22.1-31; Is 53.1-12; Jo 12.32; 14.6; At 10.39-43; 16.30-32; Rm 3.21-26; 2Co 5.21; Gl 3.10-14; Fp 2.5-11; Cl 1.13-20; 1Ti 2.5-6; Hb 9.12-15, 24-28; 10.1-18; 1Jo 1.7; 2.2

Artigo Quatro: A Graça de Deus

Afirmamos que a graça é a decisão generosa de Deus de prover salvação para qualquer pessoa, tomando toda a iniciativa na provisão da salvação, na livre oferta do Evangelho no poder do Espírito Santo e na união do crente a Cristo pelo Espírito Santo através da fé.

Negamos que a graça anula a necessidade de uma livre resposta de fé ou que ela não pode ser resistida. Negamos que a resposta de fé é de alguma forma uma obra meritória que mereça a salvação.

Es 9.8; Pv 3.34; Zc 12.10; Mt 19.16-30; 23.37; Lc 10.1-12; At 15.11; 20.24; Rm 3.24, 27-28; 5.6, 8, 15-21; Gl 1.6; 2.21; 5; Ef 2.8-10; Fp 3.2-9; Cl 2.13-17; Hb 4.16; 9.28; 1Jo 4.19

Artigo Cinco: A Regeneração do Pecador

Afirmamos que qualquer pessoa que responde ao Evangelho com arrependimento e fé é nascida de novo pelo poder do Espírito Santo. Ela é uma nova criação em Cristo e entra, no momento em que crê, para a vida eterna.

Negamos que alguma pessoa seja regenerada antes de ou à parte de ouvir e responder ao Evangelho.

Lc 15.24; Jo 3.3; 7.37-39; 10.10; 16.7-14; At 2.37-39; Rm 6.4-11; 10.14; 1Co 15.22; 2Co 5.17; Gl 2.20; 6.15; Cl 2.13; 1Pd 3.18

Artigo Seis: A Eleição para Salvação

Afirmamos que, com referência à salvação, a eleição fala do plano eterno, gracioso e certo em Cristo de ter um povo que é seu pelo arrependimento e fé.

Negamos que a eleição significa que, desde a eternidade, Deus predestinou certas pessoas para salvação e outras para condenação.

Gn 1.26-28; 12.1-3; Êx 19.6; Jr 31.31-33; Mt 24.31; 25.34; Jo 6.70; 15.16; Rm 8.29-30, 33; 9.6-8; 11.7; 1Co 1.1-2; Ef 1.4-6; 2.11-22; 3.1-11; 4.4-13; 1Tm 2.3-4; 1Pd 1.1-2; 2.9; 2Pd 3.9; Ap 7.9-10

Artigo Sete: A Soberania de Deus

Afirmamos o eterno conhecimento e soberania de Deus sobre a salvação ou condenação de cada pessoa.

Negamos que a soberania e o conhecimento de Deus exigem que ele cause a aceitação ou rejeição de fé em Cristo em uma pessoa.

Gn 1.1; 6.5-8; 18.16-33; 22; 2Sm 24.13-14; 1Cr 29.10-20; 2Cr 7.14; Jl 2.32; Sl 23; 51.4; 139.1-6; Pv 15.3; Jo 6.44; Rm 11.3; Tt 3.3-7; Tg 1.13-15; Hb 11.6; 12.28; 1Pd 1.17

Artigo Oito: O Livre-Arbítrio do Homem

Afirmamos que Deus, como uma expressão de sua soberania, confere a cada pessoa um livre-arbítrio real (a capacidade de escolher entre duas opções), que deve ser exercido na aceitação ou rejeição do gracioso chamado de Deus para salvação através do Espírito Santo pelo Evangelho.

Negamos que a decisão de fé é um ato de Deus antes que uma resposta da pessoa. Negamos que haja um “chamado eficaz” para certas pessoas que é diferente de um “chamado geral” a qualquer pessoa que ouve e entende o Evangelho.

Gn 1.26-28; Nm 21.8-9; Dt 30.19; Js 24.15; 1Sm 8.1-22; 2Sm 24.13-14; Es 3.12-14; Mt 7.13-14; 11.20-24; Mc 10.17-22; Lc 9.23-24; 13.34; 15.17-20; Rm 10.9-10; Tt 2.12; Ap 22.17

Artigo Nove: A Segurança do Crente

Afirmamos que, quando uma pessoa responde em fé ao Evangelho, Deus promete completar o processo de salvação no crente para a eternidade. Este processo começa com a justificação, por meio da qual o pecador é imediatamente absolvido de todo pecado e concedido paz com Deus; continua na santificação, por meio da qual os salvos são progressivamente conformados à imagem de Cristo pela habitação do Espírito Santo; e conclui na glorificação, por meio da qual os santos desfrutam no céu uma vida com Cristo para sempre.

Negamos que esta relação selada com o Espírito Santo possa ser rompida. Negamos até mesmo a possibilidade de apostasia.

Jo 10.28-29; 14.1-4; 16.12-14; Fp 1.6; Rm 3.21-26; 8.29, 30, 35-39; 12.1-3; 2Co 4.17; Ef 1.13-14; Fp 3.12; Cl 1.21-22; 1Jo 2.19; 3.2; 5.13-15; 2Tm 1.12; Hb 13.5; Tg 1.12; Jd 24-25

Artigo Dez: A Grande Comissão

Afirmamos que o Senhor Jesus Cristo comissionou sua igreja a pregar a boa nova de salvação a todas as pessoas até os confins da terra. Afirmamos que a proclamação do Evangelho é o meio de Deus de trazer qualquer pessoa à salvação.

Negamos que a salvação esteja disponível sem uma resposta de fé ao Evangelho de Jesus Cristo.

Sl 51.13; Pv 11.30; Is 52.7; Mt 28.19-20; Jo 14.6; At 1.8; 4.12; 10.42-43; Rm 1.16; 10.13-15; 1Co 1.17-21; Ef 3.7-9; 6.19-20; Fp 1.12-14; 1Ts 1.8; 1Tm 2.5; 2Tm 4.1-5





Tradução: Paulo Cesar Antunes

IMPORTANTE - ESTATUTO da "DIVERSIDADE SEXUAL" e PEC - Proposta de Emenda à Constituição querem o fim da família e violar os direitos básicos dos cidadãos


Membros da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, sob liderança da senadora Marta Suplicy (PT-SP), e a Comissão da Diversidade Sexual da OAB, presidida pela ex-desembargadora Berenice Dias, militante da intolerante, impositiva e déspota ideologia LGBT e fundadora do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito da "Família" (aspas propositais), elaboraram e entregaram à OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, à Cãmara dos Deputados e ao Senado, no dia 23 de agosto de 2011, um "Estatuto da Diversidade Sexual". Na mesma ocasião, foi entregue uma PEC - Proposta de Emenda à Constituição. Ambos inciativas visam profundas e radicais alterações da lesgilação do país, de modo a extinguir os mais elementares valores e princípios universais que regem uma sociedade civilizada, violentar a família brasileira, coibir a liberdade de crença e de expressão, criminalizar a opinião e intervir na autonomia, no direito e na liberdade familiar, profissional e educacional, entre outras.

O Estatuto e a PEC incluem os seguintes pontos principais:

- Fim da família tradicional
- Retirada dos termos "pai" e "mãe" dos documentos
- Acabar com as festas familiares nas escolas (dia dos pais, dia das mães, etc.) para não constranger os que fazem parte de famílias "diferentes"
- Obrigatoriedade de as escolas públicas e privadas ensinarem a ideologia homossexual (argumento travestido de "combate à homofobia") e de só usarem materiais didáticos e paradidáticos que incluam a ideologia LGBT
- Preparar crianças a partir de 14 anos para cirurgias de mudança de sexo
- Cobertura pelo SUS para procedimentos de mudança de sexo e hormonoterapia para alterações anatômicas de transgêneros e travestis
- Criminalização da homofobia, com penas de reclusão para quem cometer "discriminação" contra LGBTs
- Oficialização do casamento entre pessoas do mesmo sexo (e não apenas união estável)
- Oficialização da adoção de crianças por casais homossexuais
- Direito de homossexuais de qualquer sexo escolherem que banheiro usar em estabelecimentos públicos e particulares
- Cotas para homossexuais, travestis e transsexuais nos concursos públicos e em empresas privadas
- Obrigatoriedade de instituições públicas e a iniciativa privada promoverem campanhas de qualificação profissional de travestis, transgêneros, etc.
- Proibição da oferta de qualquer forma de "reversão" ou reorientação sexual, bem como qualquer promessa de cura
- Proibição de "ingerência" da família em assuntos sexuais dos filhos
- E diversos outros pontos bastante preocupantes

O documento original pode ser obtido no site da OAB, em:http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/ESTATUTO_DA_DIVERSIDADE_SEXUAL.pdf

Esse assunto é de extrema relevância, senão gravíssimo, e sugiro que seja considerado prioritário no que concerne à atenção, articulação e concentração de esforços de toda e qualquer liderança cristã neste país.

A seguir, parte do texto do documento original, contendo alguns dos pontos mais polêmicos da proposta (chamados de "avanços" pelo presidente da OAB), e comentários acrescentados...




Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais e impedimento dos pais de ajudar filhos com problemas sexuais:

Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.

Sob essa lei, a família nada poderá fazer para ajudar um filho que apresente um problema sexual. É uma porta aberta para impedir que a sociedade e mesmo o Estado intervenham em casos, por exemplo, de abuso sexual, considerando que o movimento pedófilo, transtorno perigoso que já vem sendo tratado como "orientação sexual" em alguns países, reivindica que crianças têm "erotismo" e devem ter garantidos seus "direitos sexuais", os quais incluiriam, entre outros, o "direito" de quererem fazer sexo com adultos (no Brasil já há alguns intelectuais, professores universitários e integrantes de movimentos sexuais defendendo abertamente a pedofilia). Igualmente, se os pais perceberem que seu(sua) filho(a) estiver sendo aliciado(a) por um(a) predador(a) homossexual ou heterossexual, estarão impedidos de intervir, sob pena de serem enquadrados nesse artigo da lei, como sendo "ingerência familiar" para "coibir" alguém de "viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais".

Retirar o termo "PAI" e "MÃE" dos documentos:

Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

Esse artigo visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como "família". Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”. Também é uma estratégia de manipular a linguagem cotidiana e os documentos oficiais para sorrateiramente se desconstruir os valores "incômodos" aos interesses escusos de tais movimentos, incutindo novas crenças na cabeça das pessoas e se conseguir um controle ideológico, dominando as mentes e a opinião.

Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):

Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.

Imagine-se uma criança de 14 anos, confusa com a propaganda intensiva em todos as mídias e com o ensino obrigatório de perversões sexuais desde a infância, desejando "mudar de sexo". Hospitais e clínicas terão ordens de promoverem os procedimentos necessários para mudar a fisiologia e a anatomia dessa criança, preparando-a para uma cirurgia de "mudança de sexo" dali a 4 anos. O pior é que em alguns países em que esse procedimento tem sido praticando há mais tempo, várias dessas crianças acabam mudando de opinião, quando já é tarde demais para voltar atrás, o que provoca sofrimentos bastante sérios a estas pessoas, vítimas de uma ideologia política desastrosa como é a do movimento ativista LGBT.

Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS, financiadas pelos contribuintes:

Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.

Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

Em outras palavras, os cidadãos brasileiros terão seus suados impostos sendo gastos em terapias hormonais e cirurgias para "transformar" o sexo de pessoas que sofrem de transtornos comportamentais previstos na CID (Classificação Internacional de Doenças), em vez de estas pessoas serem encaminhadas a tratamentos que as ajudem a se reorientar e vencer o transtorno - enquanto isso, nosso país segue com postos de saúde sem algodão, gaze, esparadrapo, linha de sutura, etc., e hospitais com médicos ausentes, leitos faltando, equipamentos sem uso, UTIs lotadas, gente morrendo de infecção hospitalar...

E vale lembrar aqui, novamente, dos vários casos em outros países em que a "mudança de sexo" é praticada há mais tempo, e os operados se arrependem da mundança feita, passando por sofrimentos terríveis por não ser possível voltar ao "sexo" original e normal em que nasceu.

O uso de banheiros e vestiários será de acordo com a "opção sexual" do dia:

Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.

Isso significa que um homem poderá entrar em banheiros femininos por acreditar ou alegar que sua "identidade de gênero" está, naquele dia, pendendo para o feminino; de igual modo, uma mulher que acredite ou alegue ter uma "identidade de gênero" masculina, poderá entrar livremante no banheiro masculino. Imagine-se os graves riscos e consequências que isso poderá trazer, sem que os prejudicados tenham direito ou liberdade de fazer qualquer reclamação ou tecer opinião, sob risco de ser acusado de "homofobia" e ir parar na cadeia por 2 a 5 anos, sem direito a fiança.

Não será permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais, nem por vontade própria:

Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

O CFP já proíbe, de forma inconstitucional, os psicólogos de ajudarem homossexuais que desejem voluntariamente reverter sua [des]orientação sexual, mesmo sabendo que está científica e clinicamente comprovado que isso é possível, devido ao fato de que "orientação sexual" não existe de fato, é algo inventado pelo movimento político-ideológico LGBT; o que existe são desorientações sexuais, conduzindo a pessoa a comportamentos sexuais anômalos, anti-naturais, que se manifestam na forma de transtornos, podendo ser tratados e revertidos, com inúmeros casos comprovados de sucesso em todo o mundo. Entre esses comportamentos sexuais anômalos está o homossexualismo, entre outros desvios.

Com o Estatuto da Diversidade Sexual e a PEC, não somente os psicólogos, mas também os psiquiatras, os psicanalistas, e terapeutas de todos os tipos, incluindo as igrejas que promovem esse tipo de ajuda, estarão proibidos de ajudar os homossexuais que voluntariamente desejam deixar o homossexualismo ou outras "taras", apelidadas de "orientação sexual".

É um desrespeito inaceitável contra a liberdade profissional, bem como contra os homossexuais que encontram-se insatisfeitos com sua condição e desejam mudar.

O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor e das escolas sempre ensinar a ideologia homossexual e, consequentemente, estimular sua prática:

Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Ter "o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual" é uma forma disfarçada de dizer que professores e escolas serão obrigados por lei a ensinar a ideologia LGBT às crianças, adolescentes e jovens, o que as induzirá a esse comportamento anômalo, e que os livros escolares e as metodologias de ensino serão obrigatoriamente aqueles sancionados pelo movimento ativista LGBT, hoje com seus tentáculos entranhados em todos os segmentos da sociedade, inclusive nos governos, nas empresas, no meio acadêmico e até nas igrejas.

Trata-se de uma violência contra a autonomia das escolas, dos educadores e das editoras, se essa PEC passar e/ou esse "Estatuto" virar lei, nosso país poderá ser considerado oficialmente sob uma severa ditadura ofensiva e déspota.

Entre outros absurdos, conteúdos escolares, livros, contos infantis, etc. que apresentem casais heterossexuais e/ou famílias normais serão banidos caso também não apresentem duplas homossexuais travestidas de "casais" e "famílias" regidas por condutas pervertidas:

Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

Idem comentário anterior.

As escolas não podem mais incentivar a comemoração do "Dia dos Pais", "Dia das Mães", etc.:

Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

Idem comentário anterior. Será que as escolas poderão criar e comemorar o "Dia da Família LGBT", constragendo as crianças que pertençam a famílias normais? Se isso acontecesse, o movimento LGBT seria coerente para dizer: "se não pode Dia dos Pais nem Dia das Mães, também não queremos Dia da família LGBT"...? Ou, como sempre, seriam dois pesos e duas medidas, impostas por uma casta que está se tornando intocável e semeando o ódio na sociedade?

Cotas para homossexuais nos concursos públicos e em empresas privadas:

Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.

Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.

Doravante, a lei obrigará empresas privadas e instituições públicas a contratarem travestis, transexuais, etc., violando a autonomia destas instituições, o que inclui a liberdade de escolher seus funcionários de acordo com o perfil, as necessidades e as particularidades de cada realidade institucional.

Casos de pedofilia homossexual ou heterossexual irão correr em segredo de justiça:

Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.

Como dito anteriormente, o objetivo da ideologia LGBT, apoiada pela OAB, pelo IBDFAM e por diversos movimentos e autoridades, é criar uma casta intocável e acima de tudo e de todos, inclusive da lei feita para o cidadão comum. Com essas iniciativas, e outras que já se tornaram leis, os LGBT - embora nem todos concordem com as atrocidades do movimento ativista e não aceitem ser por ele representados - tornam-se donos de privilégios extraordinários negados a qualquer outro cidadão brasileiro.

Censura a piadas sobre gays:

Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.

E aqui entra o controle dos meios de comunicação pela ideologia LGBT. Os meios de comunicação continuarão com liberdade de brincar, fazer piada e até mesmo criticar o que e quem quer que seja, mas serão censurados caso o alvo seja alguma anomalia ou perversão sexual.


A senadora Marta Suplicy, representando o PT e a Frente Parlamentar Mista pela "Cidadania LGBT“, afirmou que "o Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço" e que "isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, classificando o documento como de importância “inquestionável”. O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, ignorando o perigo e a gravidade que representa ese documento para a sociedade, disse que "o Estatuto vai marcar a história da entidade na defesa da dignidade do ser humano" (em:http://www.oabsergipe.com.br/novo/conteudos_ver.php?id=162).

Uma articulação ampla e intencional precisa acontecer AGORA, contra tais iniciativas, antes que seja tarde. Líderes cristãos precisam tirar temporariamente os olhos de seus ministérios pessoais e de suas igrejas locais e se organizarem nacionalmente para resistir a tais iniciativas anticristãs.

E, com extrema urgência, os juristas brasileiros que acreditam nos valores que esse Estatuto e essa PEC estão tentando destruir, precisam se comunicar, se organizar e se pronunciar, se necessário promovendo alguma forma de ação judicial contra o Estatuto e a PEC em pauta.